sexta-feira, 30 de maio de 2014

#Crônica Expectadores da Vida Alheia



Boa Tarde leitores, tudo bem?

Enfim, acabei ficando um período ausente, devido a minha oficina de observação. Senti uma grande necessidade de escrever sobre os expectadores da vida alheia, devido a uma série de situações e momento que aconteciam no momento.

Pra início, gostaria de comentar sobre o tipo de expectador, ao qual  eu me refiro:
"A palavra expectador tem sua origem na palavra latina expectatore, devendo assim ser escrita com x. Refere-se a alguém que tem expectativa que alguma coisa aconteça." (Fonte: Dúvidas de português).

E, partindo deste significado, faço um exercício muito simples que me leva a compreender que isso é sentimento muito comum entre nós, que somos expectadores diários de nossas vidas, e também da vida alheia.

Usar esse termo "vida alheia", acredito que tenha despertado em todos um tom de mexericos ou fofocas, rss, mas quando escolhi esse tom para meu texto, queria realmente chamar atenção, mas para outro sentindo. 

Aguardamos ansiosos por um feriado prolongado, por uma campanha de liquidação, pela chegada de alguém especial, por uma viagem, pelo almoço do dia das mães, do dia dos pais, pela páscoa, pela confraternização do trabalho, para brincar de amigo secreto nas festas de final de ano; pra namorar, pra casar, pra ser pai, pra ser mãe!

E as expectativas se multiplicam em nossas vidas, e também na vida daqueles que estão próximos de nós. Somos movidos a expectativas, queremos acontecimentos positivos o tempo todo. Mas o que justifica a necessidade de tanta ação,será o medo da inércia ou do ócio?

Eu espero por muitas coisas, a muito tempo, coisas que dependem de mim, e dependo de outros, que dependem de outros ainda...e acredito que essa seja a parte mais difícil dessa história toda; saber esperar que alguma coisa aconteça, sem que essa expectativa nos intimide, nos escravize, de modo que se torne nocivo ao nosso corpo e nossa mente.

E se tratando de vida alheia, o que podemos esperar que aconteça?

Grande beijo a todos!
Priscila Dritty
facebook.com/eusouapriscila



terça-feira, 6 de maio de 2014

#DicaDeLeitura #Novidades2014 Amor nas Entrelinhas e Aquarela - Editora Andross

Boa Tarde leitores, tudo bem?

Eis que surge, com muito ânimo e carinho, o primeiro post do mês de maio, tão conhecido como mês das mães e das noivas.

Na próxima semana pretendo escrever sobre maternidade, mas o motivo do post de hoje é outro.
E com grande alegria, que comunico aos meus leitores, o resultado de dois editais da Editora Andross São Paulo; fui selecionada para participar da antologia "Amor nas Entrelinhas" organizada por Leandro Schulai, e para a antologia "Aquarela" organizada por  Helena Gomes.

Meu debu  com a editora foi no ano passado, aonde participei das antologias Amores (Im)possíveis e O Segredo da Crisálida,que foram apresentados em Outubro no evento Livros em Pauta.

As antologias desse ano serão apresentadas no dia 09 de agosto, no evento Livros Em Pauta, data aonde a editora completa 10 anos. Em Setembro, mês que comemora mais uma primavera, farei um evento para apresentar essas duas antologias.

O texto publicado no livro "Amor nas Entrelinhas" é um romance, que conta a história de Melissa e Eduardo, com o título de "Sentimentos ás avessas" os personagem vivenciam uma amizade que tende a se tornar amor, ou paixão, mas vitimados pela rejeição, tudo muda de figura.

SINOPSE:O papel tem a magia de acolher palavras difíceis de serem ditas em voz alta, e que, muitas vezes, foram manchadas por lágrimas de alegrias ou de tristezas, correspondidas ou rejeitadas. Amor nas Entrelinhas é uma coletânea de cartas de amor, escritas por quem soube transpor para o papel todas as cores do coração e as sutilezas do amor. 

Trecho do texto: "E depois disso, 11 primaveras longas e floridas se passaram, e esses dois nunca mais tinham se visto em lugar algum.(...) Em uma dessas esquinas da vida, sem agendamento prévio, ela se esbarra com Eduardo, depois de 11 anos...
Ambos estavam diferentes, cabelo, peso, jeito, enfim mas se reconheceram no primeiro instante que seus olhares se cruzaram. O que dizer? Como reagir a esse reencontro?"




O texto publicado no livro "Aquarela" é uma crônica, que fala do dia a dia, das dificuldades e expectativas que temos diariamante. O título do trabalho é "Essa brincadeira chamada vida da gente."

SINOPSE: Luz, sombras. Formas, linhas. E cores. Elas que trazem vida às ideias, iluminam, ocultam, criam e recriam. É nesta paleta de tintas que seus autores expõem estilos próprios, imaginam e registram em palavras, frases, textos e contextos. Matizes variados, livres em sua essência e prontos para ganhar o mundo.

Trecho do texto: "Lutamos pra vencer, somos adestrados para vencer sempre, a nunca fraquejar, a nunca desistir; se cair levante, se errou conserte! não deixe coisas inacabadas, não espalhe interrogações pelo seu caminho, as afirmações que você fizer serão os alicerces, a estrutura que vai guinar seus passos até o objetivo."


É um prazer imenso poder compartilhar mais essa conquista com vocês. Obrigada pelos pensamentos positivos, pelas palavras de apoio e carinho.

Grande beijo a todos!
Priscila Dritty
facebook.com/eusouapriscila

quinta-feira, 24 de abril de 2014

#VidaReal O poema e as duas moedas

Olá leitores, tudo bem?


Me desculpem pela demora em atualizar o post...problemas de rotina. Ficar sem net na hora que mais precisava é? Aff #QuemNunca

Na semana passada, vivi o meu dia cinza, dia em que tudo fica sem gosto, sem graça, numa atmosfera totalmente bipolar.

Mas enfim, eu estava assim, me faltava, inspiração, emoção; me faltavam respostas, diante de tantas interrogações!

Lembro-me de ficar perambulando pela rua, em lugares que eu até gostava de ir, tentei ligar pra um ou outro, mas sei lá...será que vale a pena incomoda-los com isso?

E, num instante parei. Calei os pensamentos, e me pus em silêncio.
As horas passaram. Ao me redor, haviam muitas pessoas, um universo pouco acolhedor; pessoas apressadas, penduradas em telefones, olhos vidrados em telas de celulares e tablets. E eu continuei ali quieta, apenas observando tudo.

No instante seguinte, tive um estalo, havia um compromisso para cumprir naquele dia, eu precisava me apressar. Juntei minhas coisas, e segui.

Fui incentivada a ir por um caminho pouco habitual, uma rota que eu não tinha tanta frequência em fazer, mas mesmo assim, rumei.
Em passos lentos, e com semblante desolado, no meio do caminho fui abordada por uma moça jovem, pele cor de mel, cabelos compridos enrolado nas pontas, olhos castanhos e óculos grandes. Ela tinha uma voz com sotaque puxado para castelhano, e foi muito simpática ao falar.

Ela me olhou e disse:
_ Moça, eu escrevo poesias e sou uma artista de rua, você poderia me fazer uma colaboração e em troca eu lhe ofereço uma poesia?
Achei aquilo muito legal, e de pronto acordei; abri a bolsa e doei duas moedas de R$ 1, único dinheiro em espécie que eu tinha naquele momento. Doei com um pouco de vergonha confesso, queria ter dado mais, porém a moça sentiu a minha sinceridade, esticou o braço e me entregou o papel.
Parei ali mesmo onde eu estava, e comecei a ler atentamente o que aquela folha de papel tinha para me dizer.(Vou copiar o texto abaixo, e depois posto a foto do texto original também.)

 E na poesia que comprei com duas moedas, estava escrito:


“ Tem tanta vida nesse mundo
Tanta cor em cada sorriso

Em cada canto tem um tom.
Tem vida por todo canto.
E em cada canto, uma missão.
Eu ainda não encontrei o meu sentido
Talvez esteja ele escondido em algum canto de mim.
Está em algum lugar em mim.
Tem gente nesse  mundo que não entende o quão grandioso esse mundo é
Não enxerga as cores da vida com os olhos do coração.
Tem gente nesse mundo que não enxerga as cores, não enxerga nada.
Mas sente...
Sente a vibração de um céu azul ou do verde das folhas de uma árvore
Sem ao menos ter o dom da visão.
E eu sigo aqui, procurando Amor em um mundo tão cheio de outras vontades
Em um mundo tão cheio de meios sorrisos.
Mas não me cabe julgar o ato do outro.
Cada um tem em si a resposta para todas as perguntas
Para todas as palavras não ditas
Para todos os caminhos interrompidos
Para todas as cores não vistas.
A minha alma é colorida!
A tua alma expande cores que só tu és capaz de demonstrar.”


Nem preciso dizer a vocês, o tamanho do arrepio que tomou conta de mim, no momento que terminei a leitura; e do tanto que chorei ali no meio da rua com esse papel na mão.
A tal moça artista de rua que faz poesia, sumiu da minha volta, nem ao menos deu tempo de perguntar o nome dela, o telefone, enfim qualquer contato, ela simplesmente me entregou esse papel, pegou as moedas e desapareceu.
E observem que essas palavras foram muito diretas a mim, naquele momento; nem mesmo eu, no meu momento de dúvida, ou numa inspiração de futuro, poderia ter escrito algo tão de mim pra mim, quanto isso, e quem escreve, sabe do que estou falando...
O mágico dessa história toda, foram as palavras me caíram como uma luva!
Quando cheguei em casa, li e reli novamente, pra ter certeza do que estava escrito...
As frases que mais me impactaram foram:
E em cada canto, uma missão. Quem nunca se perguntou o porquê esta neste mundo, hein?
Eu ainda não encontrei o meu sentido –  eu me sentia assim naquele dia, desencontrada.
Talvez esteja ele escondido em algum canto de mim. Onde que tá? Me mostra, lado esquerdo ou direito?
E eu sigo aqui, procurando Amor em um mundo tão cheio de outras vontades. Dá pra comparar isso com a procura do pote de ouro no final do arco-íris, exatamente igual!
Em um mundo tão cheio de meios sorrisos.  Senti isso ao observar as pessoas presas em suas telas de celulares e tablets. Quanta frieza!
Mas não me cabe julgar o ato do outro. Olha a humildade dessa frase!
Cada um tem em si a resposta para todas as perguntas E eu cheia de interrogações naquele dia! Preciso de uma bussola ou GPS pra ver isso!
E há tantas reflexões para serem feitas sobre esse texto ainda, que deixo o meu mural aberto para qualquer um de vocês  leitores, que se sentir a vontade para comentar o assunto, e algum outro ponto de vista deste texto. Podem selecionar as frases e ir comentando do lado, assim como eu fiz.
Convido a todos para que sintam a essência do texto, a humildade das palavras; quero que prestem atenção nisso. E no modo mágico como eu e esse texto nos encontramos, OK?

Grande abraços a todos ;)
 Priscila Dritty
Email: imprensasul@hotmail.com
facebook.com/eusouapriscila

quarta-feira, 16 de abril de 2014

#Concurso Contos do Incomuns – Percepções sobre a Vasta Realidade



Boa tarde leitores tudo bem?

E no sacolejar das férias, eis que surge um post novo pra vocês o/ o/ o/
É hora de provocação; estamos em um momento único no país, aonde Copa e Eleições dividem o nosso calendário este ano, e visando à diversidade de ideias, a Editora Incomum lança a sua primeira Antologia de contos com o tema: " Percepções sobre a Vasta Realidade" na busca da percepção que cada autor tem da atual realidade brasileira.

Um titulo e-le-tri-zan-te que levará muitos autores de plantão, a afiarem os seus teclados e colocarem suas ideias em ação.

Tomei conhecimento deste edital, em um dos grupos no Facebook que participo. Quem tiver dúvida ou quiser entrar em contato com esta editora o email é: CONTATO@EDITORAINCOMUM.COM.BR, TELEFONES: 11 9 98782367 TIM OU 11 9 94260856 CLARO

Até o dia 15 de Maio de 2014, 15 escritores serão selecionados e terão seus contos publicados.
Leia o regulamento saiba como participar. 

                                                                    REGULAMENTO



Grande beijo a todos e até breve :)
Priscila Dritty
Email: imprensasul@hotmail.com
facebook.com/eusouapriscila

terça-feira, 8 de abril de 2014

#NewPost PiKadiNhOs

Boa Tarde leitores, tudo bem?

A novidade de hoje é um post diferente, com assuntos diversos, porém mais curtos. Aproveitando esse meu clima de férias, decidi inovar, e se vocês gostarem da ideia, uma vez na semana farei um
#NewPost  PiKadiNhOs :D


        Férias
A novidade da vez é que estou de férias do meu trabalho, vivendo um Outono na City. Se tudo der certo, este mês, no feriado da Páscoa, eu consigo dar uma fugidinha para Itapema para ver minha irmã Mariana, daí aproveito para caminhar a beira mar, e escrever uma poesia com pé na areia..rss #Adoro

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Outono Quente 

Sempre aguardei o Outono como uma estação de pré inverno, aonde os casacos de lã e o cardápio de sopas começa a entrar em vigor; aquela vontade de ficar encolhido na beiradinha de um fogão a lenha, o prazer de usar uma pantufa, que fez de conta que ia chegar ainda não aconteceu direito. Nos últimos dias as temperaturas passam dos 25o e pra combinar com esse Outono Quente tem que ser: bebida gelada, sombra e claro muito sorveteee! Quem me acompanha?

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Literatura de presente

E aquele costume de comprar "uma coisinha para os filhos" mãe nenhuma perde, não é mesmo?
Ontem entrei numa loja de variedades e encontrei uma simpática prateleira de livros, entre eles escolhi um para presentear a minha filha. Livro sonoro, prepare os ouvidos por faz barulho mesmo! É um poema bem gostoso de ler, com ilustrações bem feitas e uma apresentação bem cativante, a Isadora gostou muito. Comprei por R$ 12,90 numa loja perto do Banco Bradesco da Rua Rui Barbosa.

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A história do troco máximo de R$ 5

Ontem a tarde, precisei utilizar uma lan house no centro da cidade. Fiquei uma hora e o custo era de R$ 5, até aí tudo bem, né, o problema é que eu só tinha cédulas maiores na minha carteira e a atendente do local disse que só aceitava valores de R$ 5. Tive que sair de dentro dessa empresa, atravessar a rua, ir numa outra loja para comprar não sei o que porque só pra ter o R$ 5 para pagar o uso da internet. Pensa no incomodo né? Num momento em que temos que facilitar a vida de nossos consumidores, eles criarem tanto empecilho assim não foi legal, não curti e não tenho expectativas de voltar lá, a não ser que eu tenha os R$ 5..rss


Grande beijo a todos e até breve :)
Priscila Dritty
Email: imprensasul@hotmail.com
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quinta-feira, 3 de abril de 2014

#Desafio Poesia do Dia para Mário Belolli

Boa tarde Leitores,bem vindo ao mês de Abril :D

Acabo de ser desafiada pelo meu amigo Mário Belolli a não encerrar o dia sem uma poesia! Coisa deliciosa isso né?

O mês de Abril chegou com tudo, e tenho certeza que muita coisa boa está pra acontecer O/o/O/

E, cumprindo a tarefa a mim designada, compartilho com alegria a minha poesia "O Ego de mim mesma"  Primeiro Lugar no Concurso Literário da Academia Criciumense de Letras, em 2002. Essa poesia foi feita a mais de 10 anos, porém tem a essência e o sentimento da minha vida hoje.

Convido a todos para desfrutar dessa leitura!

O Ego de mim mesma 

Uso a simplicidade
para contar pedacinhos
Do meu dia a dia
Fujo da linguagem erudita
como um gato peludo
De um jorrar de água fria
Misturo verbos e advérbios, acentos e dialetos
Quebro regras, gerando textos,contextos
Pretextos...teatros e exposições
Procuro fazer-me clara,
E difundir com transparência
O sentir;
O viver;
O imaginar;
Não temendo ao realismo, ao sadismo
Ao sonho, á utopia
Não temendo ao tombo.
Enveneno-me com a ignorância fluente,
 Com as injustiças, que ao mesmo tempo
Nutrem-me como carne
que fornece proteína
Mas não me canso de tentar
Não me canso de aprender
E para isso e também por isso sofro,
revivo
com marca da lágrima que derramei
Com as abraços que senti
E com os sorrisos que plantei
E hoje florescem em eternas amizades
E em amores ocultos
Ladrilhando caminhos
por onde irei passar.

Abraços,
Priscila Dritty
Email: imprensasul@hotmail.com
facebook.com/eusouapriscila

segunda-feira, 31 de março de 2014

#Desabafo Quem são eles?






Boa Tarde Leitores, tudo bem?

Tinha vindo pra cá, com uma coluna prontinha na cabeça, cujo o tema seria "Quando olhei pra trás" tomei um cuidado imenso de desenrolar o tema em 4 posts para não ficar chato e nem massante demais. Porém fui tomado por um fato marcante agora pouco, e achei interessante descreve-lo.

Atravessei a Avenida Centenário, seguindo ao Supermercado para comprar qualquer bobagem, e me deparei com um cena muito desagradável; não é novidade, não é surpresa mas considero desagradável. Encontrei moradores de rua, procurando marquises para fugir da chuva.  Alguns estavam de cara pintada, mochilas nas costas, perambulando entre os carros, para receber qualquer quantia em troca das saus próprias peraltices.

Quem são eles? Como chegaram ali? Como foram quando crianças? Cadê seus pais, sua família? Há que se importe com eles? O que comem, quando comem? Aonde dormem? Será que eles tem sonhos?

Não vou usar aquele jardão comum que diz "fiquei com dó" pois esse não era o meu objetivo. Conheço gente que tem pai, mãe, roupa limpa, comida na mesa, banho quente e cama confortável todo dia e precisa muito mais "da minha dó" do que eles.

Passei por aquela calçado e fiquei observando aqueles jovens, mais ou menos da mesma idade que eu, ali, perdidos a própria sorte, mas o que seria isso? Em outro momento, passando mais próximo percebi o quanto eram gentis, e como fazia a sua arte com alegria. Eles sorriem e ficam fazendo graça com tudo, laranjas, bastões, monociclo. E para quem está no trânsito, cansado, apressado, me arrisco a dizer que até se distraem com as coisas que eles fazem.

Desde pequena eu me indaguei com isso; o que ela uma pessoa pra rua? Jovens, adultos, famílias inteiras... o que os torna refém das calçadas, do abandono, do medo?

Mas apesar de tudo eu me pergunto: O que eu posso fazer para melhorar o dia de alguém que está na rua, será que cabe a mim alguma atitude?

Achei uma matéria bem completa no site da Nova Escola, quem puder acompanhe, vale a pena a leitura!

Convido aos leitores para refletirem sobre esta questão, de deixo o meu mural a disposição para comentários.

Abraços,
Priscila Dritty
Email: imprensasul@hotmail.com
facebook.com/eusouapriscila

Café coado, é amor dobrado

  Chamar alguém para um cafezinho, é (e sempre será) um convite elegante e até charmoso. Na minha humilde opinião, café um líquido divino, q...